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Perguntas

O que se pergunta antes de decidir.

Dezasseis respostas sobre trabalhar juntos, âmbito e dinheiro, AI e o que acontece depois do arranque. Cada uma lê-se sozinha. O detalhe de cada serviço está na página de Serviços.

Trabalhar juntos

O que acontece na primeira chamada?

Dura 30 minutos, à hora proposta na primeira resposta. Quem está na chamada é quem vai desenhar e construir o trabalho. Começa no que foi escrito no formulário e acaba com um passo seguinte claro: uma proposta de âmbito fechado, um diagnóstico pago primeiro, ou a resposta honesta de que não é trabalho para a Draypec.

E se o problema não couber num âmbito fechado?

Então o primeiro passo é o diagnóstico pago: dois a quatro dias dentro do processo real, com as pessoas que fazem o trabalho. Termina com um relatório curto, explicado numa chamada de 30 minutos: o que se repete à mão, o que vale a pena automatizar primeiro e o que é melhor deixar como está, medido em horas por mês devolvidas à equipa. O relatório fica com a empresa, haja projeto ou não, e se um avançar dentro de 60 dias, o que se pagou pelo diagnóstico desconta-se no projeto.

Ainda não vendemos online. A Draypec ajuda na mesma?

Sim, e muitas vezes a loja não é a primeira coisa a construir. Quando a dor maior é trabalho feito à mão, por exemplo encomendas que chegam por email, faturas copiadas à mão para outro programa ou stock que nunca bate certo, o arranque certo é o diagnóstico. Dele sai a lista das rotinas que vale a pena automatizar e as horas que cada uma devolveria.

Já temos um ERP. A Draypec substitui-o?

Não. A faturação e a contabilidade ficam no programa certificado que a empresa já usa, Primavera, PHC, Sage ou qualquer outro. Por cima dele constrói-se o que a equipa usa todos os dias: encomendas, stock, margem. Lê do ERP (o programa onde vivem as faturas e as contas) e escreve de volta por uma fila que uma pessoa confere. Na Plurifil, o programa certificado de contabilidade continua a emitir todas as faturas; o software construído pela Draypec vive por cima dele.

Quem está por trás da Draypec?

Duarte Raposo, que construiu os quatro sistemas que a Plurifil usa todos os dias antes de fundar a agência: a loja online, o software interno, a aplicação da linha de produção e a aplicação de picking do armazém. É quem atende a primeira chamada e quem está no projeto. Quem executa, quem aprova e até onde vai a responsabilidade da Draypec fica escrito em cada proposta.

Âmbito e dinheiro

A Draypec publica preços?

Não. A regra é pública: âmbito fechado e um preço, por escrito, na proposta, antes de se construir o que quer que seja. O preço depende do catálogo, dos programas a ligar e do que tem de ser recuperado dos sistemas antigos, por isso uma lista pública estaria errada para quase todas as empresas. A proposta enumera o que se entrega, quando, e o que fica de fora.

Temos um projeto de AI aprovado com apoio público. A Draypec executa-o?

Sim. A lista pública de outubro de 2026 conta 2.856 projetos aprovados na linha «IA nas PME», e cada um precisa de quem entregue o que foi aprovado: o diagnóstico, o software, as ligações entre programas e a formação da equipa. A Draypec faz essa parte, entregue como a candidatura a descreve. A Draypec não avalia elegibilidade nem promete que um projeto venha a ser financiado.

Quanto tempo demora uma migração para Shopify?

Para uma loja de PME, o plano é de duas a três semanas, do primeiro dia de trabalho ao dia da abertura, e o prazo fica combinado junto com o âmbito. Um catálogo muito grande ou ligações fora do comum demoram mais, e esse prazo maior entra na proposta antes de ser assinada.

Podemos levar os nossos clientes e o histórico de encomendas?

Sim, no que a exportação da plataforma atual permitir e dentro das regras de proteção de dados (RGPD). Clientes, encomendas e produtos passam. As palavras-passe normalmente não: por segurança, cada cliente cria uma nova na primeira compra na loja nova.

A Shopify funciona com MB WAY, Multibanco e faturação certificada portuguesa?

Sozinha, não. As referências Multibanco e o MB WAY chegam através de um fornecedor de pagamentos português, como a easypay ou a ifthenpay, ligado durante o projeto. A Shopify também não emite faturas certificadas pela AT, por isso o programa de faturação que a empresa já usa fica, seja Moloni, InvoiceXpress, Vendus ou outro, e liga-se à loja. Cada encomenda gera a sua fatura sem ninguém a escrever.

AI

Se a AI faz tudo, para que precisamos de uma agência?

A AI torna muito mais rápida uma pessoa que conhece o trabalho. Não sabe que rotina automatizar, qual deixar em paz, nem o que conferir antes de confiar num resultado. É esse julgamento que a empresa contrata. A construção é mais rápida por causa da AI; o que conta continua a ser o resultado, contado nos números da própria empresa.

O que quer dizer «AI aplicada», na prática?

Uma rotina dentro da operação, com um critério de aprovação escrito antes de começar. Por exemplo: uma encomenda chega em PDF, a rotina prepara o rascunho com os códigos e as quantidades corretos, e na primeira semana conta-se cada documento contra esse critério. Rotinas típicas: ler um documento e preparar o registo, classificar pedidos que chegam por email, preparar um rascunho de resposta para uma pessoa enviar.

A AI escreve nos nossos programas sem ninguém conferir?

Não. Em todas as rotinas que a Draypec constrói, a AI prepara e uma pessoa aprova antes de algo ficar gravado nos programas da empresa. Se uma rotina falha o critério escrito, desliga-se. O mesmo vale para os outros cinco serviços: a AI acelera a construção, e o sim final é das pessoas.

Depois do arranque

O que acontece depois do arranque?

A equipa recebe formação e documentação, e depois 45 dias de apoio para o que só aparece no uso diário. A partir daí a empresa gere sozinha. Se quiser que a Draypec continue, combina-se à parte e por escrito; os 45 dias não dependem disso.

O código e as contas ficam em nome da empresa?

Sim. Contas, código e ficheiros ficam em nome da empresa. Num site, o domínio, o alojamento e as estatísticas de visitas registam-se desde o primeiro dia em contas da própria empresa. Numa loja, o tema é código que fica com a empresa, e produtos, clientes e encomendas podem exportar-se a qualquer momento. A equipa recebe formação para gerir tudo sem a Draypec.

Perdemos a posição no Google se mudarmos de plataforma?

O risco trata-se com um mapa de redirecionamentos: cada endereço antigo aponta para a página nova com um redirecionamento permanente (um 301), a estrutura de categorias mantém-se e os dados de produto que o Google lê são reconstruídos na loja nova. O tráfego perde-se quando se muda de plataforma sem esse trabalho. Ninguém pode garantir posições, e a Draypec não garante.

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